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Você tem o hábito de usar remédios para correr? Saiba quais são os perigos da automedicação.

Equipe Fit Run      quarta-feira, 31 de outubro de 2018

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Você tem o hábito de usar remédios para correr? Então pare e leia esse texto agora.

 

Você termina um treino forte e, ao chegar em casa, pega uma das caixas e toma um ou dois comprimidos em um gole só, sem pensar muito.

 

Você não está sozinho. Em média 72% dos brasileiros se medicam por conta própria, essa estatística faz com o que o Brasil seja um recordista mundial em automedicação.

 

A quantidade de corredores que tomam regularmente anti-inflamatórios, analgésicos e antipiréticos, a cada dia, aumentam. Além do uso inadequado dos medicamentos, muitos aumentam as dosagens para obter alívio mais acelerado, prejudicando a saúde e o próprio bem-estar.  

 

Do iniciante ao avançado.

 

"Não é preciso ser ultramaratonista para querer anestesiar um joelho dolorido."

 

O uso de medicamentos sem prescrição está cada vez mais comum em corredores, tanto nos iniciantes, com menos de um ano de corrida, bem como aqueles que já treinam a bastante tempo.

 

A propaganda de medicamentos influencia diretamente os usuários quanto à decisão do medicamento a ser utilizado. Esta estratégia de marketing, muitas vezes, amplia os benefícios do uso e oculta os problemas relacionados à administração destas tecnologias. As pessoas acreditam que não há problema algum tomar um remedinho, mas analgésicos e anti-inflamatórios podem ser perigosos.

 

 

DOR DO BEM

 

Alguns motivos para suportar o desconforto e dispensar os remédios:

 

RECUPERA-SE MELHOR

 

Durante o exercício, ocorrem pequenas fissuras nos músculo, que estimulam as células brancas do sangue a começar a regeneração. Se você toma um anti-inflamatório, pode interferir nesse processo de recuperação.

 

FICAR SAUDÁVEL

 

O uso de anti-inflamatórios e analgésicos inibem a produção de anticorpos. Somá-los aos treinos intensos, podem sujeitá-lo a doenças.

 

PREVENIR LESÕES

 

A dor diz a você quando é hora de parar ou incluir um dia a mais de descanso. Tomar uns comprimidos e sair para correr com o pé ou um joelho ruim, facilita uma contusão séria.


Evite recomendações de vizinhos, amigos ou parentes. Converse sempre com o seu treinador a respeito do surgimento de qualquer desconforto. Uma mudança simples em sua planilha pode resolver.

 

DICA

Procure inserir em sua alimentação, alimentos anti-inflamatórios, pois ajudam a prevenir ador e acelerar a recuperação. Se a dor não passar depois de 72 horas, considere procurar um médico para saber exatamente o que você tem. O quanto antes for diagnosticado, mais rápido será o tratamento e seu retorno aos treinamentos.

 

NÃO DEIXE DE LER

 

Comecei a correr e estou com dor. Devo insistir?

 

Não cometa este erro com a sua estratégia de corrida de rua. Cuide bem deles.

 

Fique longe desta estatística, 20 % dos corredores de rua sofrem com essa lesão

 

Venha cruzar a linha de chegada com alegria!

TREINAR CORRIDA É DIFERENTE DE SAIR CORRENDO.

 

​​​​​​Treine de forma inteligente e descubra o vencedor que existe dentro de você.​​​​​​​

 

Infelizmente, milhares de corredores, de todo Brasil, estão se frustrando porque ,simplesmente, ao invés de  treinar corrida, estão “correndo por aí” de qualquer jeito.

 

São pessoas que iniciaram a corrida para emagrecer, ter mais saúde, mais disposição, mais qualidade de vida, contudo, não conseguem obter sucesso e, infelizmente, ao invés de ganhar saúde, colecionar medalhas ou bater recorde pessoal, colecionam frustrações,  tendo lesões e tendo que interromper o que mais gostam de fazer.

 


 

REFERÊNCIAS:

 

BARBOSA, Jeane Da Conceição Silva; RESENDE, Fernanda Amaral. Perfil do uso indiscriminado de medicamentos na cidade de Cordisburgo–MG. Revista Brasileira de Ciências da Vida, v. 6, n. 3, 2018.

SILVA, Patricky Santos. Análise da propaganda de medicamentos em farmácias comunitárias privadas do município de Niterói e da percepção do usuário sobre sua influência no consumo de medicamentos de venda livre. 2018.

BATLOUNI, Michel. Anti-inflamatórios não esteroides: efeitos cardiovasculares, cérebro-vasculares e renais. Arq Bras Cardiol, v. 94, n. 4, p. 556-63, 2010.

 
 

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